Inconstância que não me cabe.

Antes de mais nada, que na realidade é o meu tudo -e que foi assim chamado para simplificar uma complexidade impossível de se tornar simples-eu gostaria de desmistificar eu mesma. Não que essa declaração seja o meu eu por inteiro e nem mesmo o absoluto que me falta. É pelo menos uma fração de mim. Que se sente sufocada, mesmo quando liberta. Talvez a tal liberdade não seja a certa e o meu maior equívoco nesse instante seja exatamente defini-la. Mas eu queria poder dizer. Antes de perceber que tudo isso não é um sonho do qual eu poderei acordar e fingir novamente uma estabilidade. Uma calma que por aqui nunca residiu. Compreensão que nunca se fez extinta pois não houve período no qual pudesse estar vivida.
Quero que apesar de tudo que ocupar a tua mente nesse instante, independente do quão imerso na pós modernidade você esteja, não se afogue. E nem seja tão raso a ponto de impor subjetividades que não condizem com os universos diversos e belos, caminhando pelo mundo que embora distraidamente, tu também caminhe.
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