Incômodo.

Meu filósofo preferido.

Não sorri e nem avistei aquela parte minha que adorava a vista que a vida tinha. 
Não amei. Me desencorajei a ser um risco indomável. 
Doeu. Cada segundo da minha consciência. Obediência às minhas velhas abstinências. Talvez de saudade. Vontade. De ser maior que a minha grande desesperança. São só regressos que partem da minha singela inocência quando penso em evolução. 
Me vejo só. Eu e o vazio insignificante que curiosamente, nunca se vai. 
Absorvi cada instante. Desvencilhei-me de verdades que não se remetiam a minha insistente melancolia.
É real. Pra quem viveu cada significado transformado em um destino abandonado. Indecifrável. 

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