A liberdade de escrever

Escrever pode traduzir melhor os seus pensamentos, derivados estes, de sentimentos incompreendidos por nós mesmos. Na escrita, por muitas vezes, podemos ser mais sinceros, conosco e com aqueles que estão literalmente nos lendo. É que não é um mundo muito restrito, e lê, quem quer.
É a melhor ferramenta para viajar de si e recriar a tua própria realidade. Acontece que cada um usa o poder da escrita como bem quer. E é a liberdade de colocar no alcance de desconhecidos, um pouco de nós, mesmo que escondido, e ao mesmo tempo, livre de nossos filtros, que nos motiva a sempre estar procurando pelo que guiar um novo arsenal de palavras, que organizado ou não, para nós, pode ser o sentido do mundo.
Colocamos uma fração de nosso próprio ser num formato de palavras, que naquele instante, pareceu-nos a melhor escolha, logo, nos usamos como uma fonte de inspiração e colocamos em prática, a nossa liberdade de não exatamente fugir, mas encarar, nós mesmos e nos libertar, daquilo, que estava delimitado somente à nossa mente. Damos jus à complexidade que carregamos e a deixamos mais explicíta ao mundo. Esclarecemos nós mesmos e nos envolvemos numa jornada criativa. E essa é uma pequena percepção sobre a escrita, que de tanta relevância que possui, mesmo assim, não é tão percebida ou adotada cotidianamente.
Temos um jeito de nos libertar, mas escolhemos nos aprisionar cada vez mais, inconscientemente. Pensamos, mas só temos coragem de dizer o que já foi confortavelmente dito por outro alguém. Nossa relutância também é medo. Talvez o receio de nos expressarmos finalmente, de um modo tão individual e aparentemente solitário. É a liberdade que podemos ter mas que tão pouco usufruimos.
É a melhor ferramenta para viajar de si e recriar a tua própria realidade. Acontece que cada um usa o poder da escrita como bem quer. E é a liberdade de colocar no alcance de desconhecidos, um pouco de nós, mesmo que escondido, e ao mesmo tempo, livre de nossos filtros, que nos motiva a sempre estar procurando pelo que guiar um novo arsenal de palavras, que organizado ou não, para nós, pode ser o sentido do mundo.
Colocamos uma fração de nosso próprio ser num formato de palavras, que naquele instante, pareceu-nos a melhor escolha, logo, nos usamos como uma fonte de inspiração e colocamos em prática, a nossa liberdade de não exatamente fugir, mas encarar, nós mesmos e nos libertar, daquilo, que estava delimitado somente à nossa mente. Damos jus à complexidade que carregamos e a deixamos mais explicíta ao mundo. Esclarecemos nós mesmos e nos envolvemos numa jornada criativa. E essa é uma pequena percepção sobre a escrita, que de tanta relevância que possui, mesmo assim, não é tão percebida ou adotada cotidianamente.
Temos um jeito de nos libertar, mas escolhemos nos aprisionar cada vez mais, inconscientemente. Pensamos, mas só temos coragem de dizer o que já foi confortavelmente dito por outro alguém. Nossa relutância também é medo. Talvez o receio de nos expressarmos finalmente, de um modo tão individual e aparentemente solitário. É a liberdade que podemos ter mas que tão pouco usufruimos.
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